Mossoró - SindJustiçaRN alerta para riscos da Reforma Administrativa em audiência pública
- terça-feira, 18 de novembro de 2025.
A PEC 38/2025, que trata da Reforma Administrativa, foi o foco de uma Audiência Pública realizada nesta terça-feira, 18, na cidade de Mossoró. O SindJustiçaRN, através da sua Coordenação Colegiada, atendeu ao convite da vereadora Marleide Cunha (PT) e se fez presente, enriquecendo o debate e se somando à luta de embate a essa proposta que ataca servidoras, servidores e a população brasileira.
Dois dos coordenadores do sindicato falaram na Audiência Pública, que reuniu diversas entidades representativas e membros da sociedade civil.
Na sua fala, o Coordenador-Geral Bernardo Fonseca enfatizou que o SindJustiçaRN, a Associação dos Servidores e Servidoras do Poder Judiciário Brasileiro (ASJB) e a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) também estão na luta contra a Reforma Administrativa.
"Entendo que esse é um pontapé para as mobilizações contra essa PEC na cidade de Mossoró, e que já sabemos que irá reverberar em outras cidades do nosso estado. Temos uma reforma com mais de 70 pontos que são contra os servidores públicos e contra a população. Mas, se fôssemos sintetizar, poderíamos dizer que essa PEC é a mão da iniciativa privada, com todo o seu aparato, para destruir os serviços públicos que estão à disposição da sociedade", disse.
Ainda na sua fala, Bernardo Fonseca questionou os presentes com algumas perguntas e discorreu sobre elas: "E quem precisa mais desses serviços e desses equipamentos? A população mais necessitada. E aqui temos um paradoxo: todos os dias assistimos na imprensa a cobrança de que a nossa educação precisa melhorar e que a saúde precisa melhorar. E sabe qual a solução que essa reforma oferece? A destruição disso tudo. Isso não é estranho? O que se propõe é a transformação dos serviços públicos e de seus servidores em uma grande empresa privada".
Finalizando a sua fala, o Coordenador-Geral do SindJustiçaRN acrescentou que só existe uma forma de combater essa PEC: "estratégias de poder popular". "Só a população para barrar essa indecência chamada de Reforma Administrativa, que na verdade deveria ser chamada de PEC DO CABIDE DE EMPREGO", concluiu.
Graça Alencar, Coordenadora de Comunicação do SindJustiçaRN, também subiu ao púlpito e fez importantes colocações sobre o assunto, inclusive sobre o que já está sendo feito pelo sindicato (em conjunto com outras entidades): "Já deliberamos e estamos executando, em um esforço em conjunto com outras entidades, a união dos nossos discursos e o impulsionamento nas Redes Sociais de artes que levam a informação que a população precisa saber".
Ela ainda afirmou que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) está antecipando a Reforma Administrativa: "Agora, no mês de novembro, o tribunal aprovou uma resolução que fala em desempenho e demissão. Vamos ocupar o tribunal e ocupar as ruas para defender os direitos dos trabalhadores".
Na Audiência Pública também estiveram presentes: Joalde Barbosa (Coordenador-Geral), João Elias (Coordenador Pedagógico e de Formação Política), João Maria (Suplente), Giordanno Neves (Suplente) e Ielmo Peregrino (Suplente).
Assessoria SindJustiçaRN
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Dois dos coordenadores do sindicato falaram na Audiência Pública, que reuniu diversas entidades representativas e membros da sociedade civil.
Na sua fala, o Coordenador-Geral Bernardo Fonseca enfatizou que o SindJustiçaRN, a Associação dos Servidores e Servidoras do Poder Judiciário Brasileiro (ASJB) e a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) também estão na luta contra a Reforma Administrativa.
"Entendo que esse é um pontapé para as mobilizações contra essa PEC na cidade de Mossoró, e que já sabemos que irá reverberar em outras cidades do nosso estado. Temos uma reforma com mais de 70 pontos que são contra os servidores públicos e contra a população. Mas, se fôssemos sintetizar, poderíamos dizer que essa PEC é a mão da iniciativa privada, com todo o seu aparato, para destruir os serviços públicos que estão à disposição da sociedade", disse.
Ainda na sua fala, Bernardo Fonseca questionou os presentes com algumas perguntas e discorreu sobre elas: "E quem precisa mais desses serviços e desses equipamentos? A população mais necessitada. E aqui temos um paradoxo: todos os dias assistimos na imprensa a cobrança de que a nossa educação precisa melhorar e que a saúde precisa melhorar. E sabe qual a solução que essa reforma oferece? A destruição disso tudo. Isso não é estranho? O que se propõe é a transformação dos serviços públicos e de seus servidores em uma grande empresa privada".
Finalizando a sua fala, o Coordenador-Geral do SindJustiçaRN acrescentou que só existe uma forma de combater essa PEC: "estratégias de poder popular". "Só a população para barrar essa indecência chamada de Reforma Administrativa, que na verdade deveria ser chamada de PEC DO CABIDE DE EMPREGO", concluiu.
Graça Alencar, Coordenadora de Comunicação do SindJustiçaRN, também subiu ao púlpito e fez importantes colocações sobre o assunto, inclusive sobre o que já está sendo feito pelo sindicato (em conjunto com outras entidades): "Já deliberamos e estamos executando, em um esforço em conjunto com outras entidades, a união dos nossos discursos e o impulsionamento nas Redes Sociais de artes que levam a informação que a população precisa saber".
Ela ainda afirmou que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) está antecipando a Reforma Administrativa: "Agora, no mês de novembro, o tribunal aprovou uma resolução que fala em desempenho e demissão. Vamos ocupar o tribunal e ocupar as ruas para defender os direitos dos trabalhadores".
Na Audiência Pública também estiveram presentes: Joalde Barbosa (Coordenador-Geral), João Elias (Coordenador Pedagógico e de Formação Política), João Maria (Suplente), Giordanno Neves (Suplente) e Ielmo Peregrino (Suplente).
Assessoria SindJustiçaRN
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