SindJustiçaRN na Marcha Nacional contra a PEC 38: um dia de luta em Brasília
- sexta-feira, 31 de outubro de 2025.
Sindicalizados e Sindicalizadas do SindJustiçaRN, atendendo a uma convocação da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud), se uniram a milhares de servidoras e servidores públicos (municipais, estaduais e federais) de todo o Brasil na Marcha Nacional contra a Reforma Administrativa (PEC 38/2025) que aconteceu nesta quarta-feira, 29, em Brasília. A comitiva do Rio Grande do Norte contou com dezenas de servidoras e servidores (em atividade e aposentados), além da Coordenação Colegiada.
Organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), outras centrais sindicais e diversas entidades que representam os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público das três esferas, o ato denunciou o caráter destrutivo da proposta e cobrou dos parlamentares a retirada imediata do texto apresentado pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) e que conta com o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
Para Bernardo Fonseca, Coordenador-Geral do SindJustiçaRN, através dessa grande e importante manifestação, a categoria das servidoras e servidores públicos "mostrou para os deputados e para a população unidade contra essa PEC que é terrível para o povo brasileiro".
"Também podemos chamar esse projeto de PEC DO CABIDE DE EMPREGO ou de PEC DO PRIVILÉGIO. O resultado disso será a precarização do serviço prestado para a população e a retirada de importantes conquistas para nós servidores públicos", destacou.
Graça Alencar, Coordenadora de Comunicação, enfatizou que a intenção da PEC 38/2025 é destruir o serviço público e prejudicar a população: "Essa é uma PEC DA DEMOLIÇÃO contra o povo brasileiro. Estamos aqui, vindos de todas as regiões do Brasil, não apenas para defendermos os nossos direitos como servidoras e servidores, mas, também em defesa da população atendida pelo serviço público nas suas diversas áreas".
A concentração do ato aconteceu na frente da Biblioteca Nacional, e a comitiva do SindJustiçaRN se concentrou na tenda da Fenajud, sendo recebida por toda a sua diretoria, em especial por um dos seus Coordenadores-Gerais, Alexandre Santos, que é filiado ao sindicato potiguar.
Em sua fala, no início do ato, Alexandre Santos enfatizou que as servidoras e servidores públicos precisam ser respeitados: "Respeitem o serviço público, respeitem o servidor público e valorizem o serviço público".
Também presente na mobilização, Edmilson de Jesus, Coordenador de Relações Intersindicais do SindJustiçaRN, falou sobre o quanto essa Reforma Administrativa atinge o judiciário: "Essa PEC retira nossos direitos, nossas garantias, nossa segurança de atuação profissional e segurança financeira da nossa família. Iremos nos mobilizar quantas vezes forem necessárias para barrar, mais uma vez, uma reforma que só acaba com o serviço público".
Fábio Menezes, Coordenador de Assuntos Jurídicos, lembrou que essa reforma "quer acabar com o serviço público e abrir as portas para a terceirização irrestrita". Ele ainda lembrou que há doze anos a categoria também estava nas ruas contra a PEC 247 do ex-presidente Michel Temer (MDB): "Estivemos nas ruas dialogando com a sociedade contra uma PEC que também tinha como alvo destruir o serviço e o servidor público. Saímos vitoriosos, e temos a certeza de que isso se repetirá".
O Coordenador Sócio-Esportivo, Jomar Medeiros, também lembrou dessa mesma mobilização contra a PEC 247, da sua presença nestes dois momentos, e a importância da categoria se somar às mobilizações. O que foi reforçado por Ielmo Peregrino, também integrante da Coordenação Colegiada.
REPERCUSSÃO
Após a realização da mobilização em Brasília contra a PEC 38/2025, de acordo com matéria da CartaCapital, "a tentativa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de fazer avançar a reforma administrativa encontrou um muro de resistência na própria Casa. Com o mínimo de assinaturas para ser protocolada e marcada por uma série de retiradas de apoio nos últimos dias, a proposta naufragou politicamente antes de chegar ao plenário".
"Nos corredores do Congresso, líderes partidários avaliam que a reforma perdeu o momento e dificilmente prosperará sem uma mudança no cenário político. Deputados do Centrão já consideram o tema "fora de pauta" e enxergam pouca disposição do governo em defendê-lo".
O entendimento das centrais sindicais e entidades é que o momento ainda é de alerta, cobrança dos parlamentares para se posicionarem publicamente contra a Reforma Administrativa e continuação das mobilizações da categoria em todo o Brasil.
Assessoria SindJustiçaRN
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Organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), outras centrais sindicais e diversas entidades que representam os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público das três esferas, o ato denunciou o caráter destrutivo da proposta e cobrou dos parlamentares a retirada imediata do texto apresentado pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) e que conta com o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
Para Bernardo Fonseca, Coordenador-Geral do SindJustiçaRN, através dessa grande e importante manifestação, a categoria das servidoras e servidores públicos "mostrou para os deputados e para a população unidade contra essa PEC que é terrível para o povo brasileiro".
"Também podemos chamar esse projeto de PEC DO CABIDE DE EMPREGO ou de PEC DO PRIVILÉGIO. O resultado disso será a precarização do serviço prestado para a população e a retirada de importantes conquistas para nós servidores públicos", destacou.
Graça Alencar, Coordenadora de Comunicação, enfatizou que a intenção da PEC 38/2025 é destruir o serviço público e prejudicar a população: "Essa é uma PEC DA DEMOLIÇÃO contra o povo brasileiro. Estamos aqui, vindos de todas as regiões do Brasil, não apenas para defendermos os nossos direitos como servidoras e servidores, mas, também em defesa da população atendida pelo serviço público nas suas diversas áreas".
A concentração do ato aconteceu na frente da Biblioteca Nacional, e a comitiva do SindJustiçaRN se concentrou na tenda da Fenajud, sendo recebida por toda a sua diretoria, em especial por um dos seus Coordenadores-Gerais, Alexandre Santos, que é filiado ao sindicato potiguar.
Em sua fala, no início do ato, Alexandre Santos enfatizou que as servidoras e servidores públicos precisam ser respeitados: "Respeitem o serviço público, respeitem o servidor público e valorizem o serviço público".
Também presente na mobilização, Edmilson de Jesus, Coordenador de Relações Intersindicais do SindJustiçaRN, falou sobre o quanto essa Reforma Administrativa atinge o judiciário: "Essa PEC retira nossos direitos, nossas garantias, nossa segurança de atuação profissional e segurança financeira da nossa família. Iremos nos mobilizar quantas vezes forem necessárias para barrar, mais uma vez, uma reforma que só acaba com o serviço público".
Fábio Menezes, Coordenador de Assuntos Jurídicos, lembrou que essa reforma "quer acabar com o serviço público e abrir as portas para a terceirização irrestrita". Ele ainda lembrou que há doze anos a categoria também estava nas ruas contra a PEC 247 do ex-presidente Michel Temer (MDB): "Estivemos nas ruas dialogando com a sociedade contra uma PEC que também tinha como alvo destruir o serviço e o servidor público. Saímos vitoriosos, e temos a certeza de que isso se repetirá".
O Coordenador Sócio-Esportivo, Jomar Medeiros, também lembrou dessa mesma mobilização contra a PEC 247, da sua presença nestes dois momentos, e a importância da categoria se somar às mobilizações. O que foi reforçado por Ielmo Peregrino, também integrante da Coordenação Colegiada.
REPERCUSSÃO
Após a realização da mobilização em Brasília contra a PEC 38/2025, de acordo com matéria da CartaCapital, "a tentativa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de fazer avançar a reforma administrativa encontrou um muro de resistência na própria Casa. Com o mínimo de assinaturas para ser protocolada e marcada por uma série de retiradas de apoio nos últimos dias, a proposta naufragou politicamente antes de chegar ao plenário".
"Nos corredores do Congresso, líderes partidários avaliam que a reforma perdeu o momento e dificilmente prosperará sem uma mudança no cenário político. Deputados do Centrão já consideram o tema "fora de pauta" e enxergam pouca disposição do governo em defendê-lo".
O entendimento das centrais sindicais e entidades é que o momento ainda é de alerta, cobrança dos parlamentares para se posicionarem publicamente contra a Reforma Administrativa e continuação das mobilizações da categoria em todo o Brasil.
Assessoria SindJustiçaRN
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